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A esterilização cirúrgica masculina exige indicação
médica e só pode ser realizada em homens com mais de 25 anos ou pelo menos dois
filhos e que já passaram por grupos educativos, pelo menos 60 dias antes de
demonstrar desejo de se operar, para conhecer os outros métodos contraceptivos,
pois ela é irreversível e não pode ser desfeita.
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Ela está regulamentada pela Lei 9.263, de 1996.
art.226 da Constituição Federal).
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Os canais deferentes são tubos finos que saem
dos
testículos, que ficam dentre do saco escrotal, assim, o corte é feito no saco,
não sendo necessária nenhuma operação mais profunda no resto do corpo.
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Através deste método o homem deixa de ser fértil devido a
ausência de espermatozóides no sêmen. Eles continuam a ser produzidos porém,
são reabsorvidos pelo organismo.
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O homem não perde a ereção, nem a ejaculação e nem a
capacidade sexual é afetada.
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Após a cirurgia é necessáio dois dias de repouso e uso de
camisinha nas primeiras relações sexuais, para que os espermatozóides, que já
tenham passado pelos canais deferentes, sejam expelidos.
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É
importante que o homem faça espermograma (de contagem de espermatozóides no
sêmen) após a cirurgia para ter certeza que não há mais espermatozóides. Dessa
forma, sua eficácia é de 100% contra a gravidez.
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A tentativa de religar os canais para reverter a esterilização
quase sempre tem poucas chances de sucesso.
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É necessário
procurar ajuda
médica caso ocorra febre, sangramento, dor forte ou edema (inchaço) após a
cirurgia.